Dra. Jessica Cuffa

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ATM e DTM: qual é a diferença?

Profissional segurando modelo de arcada dentaria durante explicacao clinica

Sumário

Muita gente usa ATM e DTM como se fossem sinônimos, mas os termos significam coisas diferentes. Confundir os dois atrapalha na hora de buscar ajuda e explica por que tantas pessoas procuram o profissional errado antes de chegar ao diagnóstico correto.

A diferença é simples quando alguém explica direito. ATM é uma parte do corpo. DTM é um problema que pode acontecer nessa parte. Uma é anatomia, a outra é diagnóstico.

Neste artigo, a Dra. Jessica Cuffa, especialista e mestra em DTM e Dor Orofacial pela UFPR, esclarece de vez essa confusão e mostra em que momento cada termo deve ser usado.

ATM e DTM: qual é a diferença na prática

ATM é a sigla de articulação temporomandibular. É a estrutura que conecta a mandíbula ao osso temporal do crânio, localizada à frente de cada ouvido. Todo mundo tem duas, funcionando desde o nascimento.

DTM significa disfunção temporomandibular. É o nome dado ao conjunto de condições que afetam essa articulação, os músculos da mastigação ou as duas coisas ao mesmo tempo.

A comparação mais direta é com o joelho. Ninguém diz “tenho joelho” para indicar dor. Diz que tem uma lesão no joelho. Com a mandíbula funciona igual: você tem ATM, e pode ou não desenvolver uma DTM.

ATM DTM
O que é Estrutura anatômica Diagnóstico clínico
Quem tem Todas as pessoas Apenas quem desenvolve a disfunção
Pode doer? Sim, quando adoece A dor é justamente o sintoma
Uso correto “Dor na ATM” “Tenho DTM”

Por que a confusão entre ATM e DTM é tão comum

A expressão “tenho ATM” se popularizou em conversas informais e acabou repetida em redes sociais e até em materiais de divulgação pouco cuidadosos.

Há também um motivo prático. Como a dor aparece na região da articulação, o paciente naturalmente associa o nome da estrutura ao incômodo que sente. A linguagem cotidiana simplifica, e o termo pega.

O problema é que essa simplificação apaga uma informação importante: nem toda dor perto do ouvido vem da articulação. Boa parte dos casos que a Dra. Jessica Cuffa atende tem origem muscular, e não articular, o que muda completamente o tratamento.

Nem toda DTM é problema de articulação

As disfunções temporomandibulares se dividem, de forma geral, em três grupos:

  • Musculares: dor nos músculos da mastigação, como masseter e temporal, sem alteração estrutural na articulação
  • Articulares: envolvem o disco articular, o côndilo ou a cápsula, e costumam gerar estalos, travamentos e limitação de abertura
  • Mistas: combinam os dois quadros, situação bastante frequente na prática clínica

Essa classificação não é detalhe técnico. Uma dor muscular tratada como se fosse articular tende a não responder, e o paciente conclui que seu caso “não tem solução” quando, na verdade, o alvo estava errado.

Quando usar cada termo

Se você quer descrever onde dói, o correto é falar em dor na ATM ou dor na articulação temporomandibular.

Se você já recebeu um diagnóstico, o termo é DTM. Nesse caso, vale perguntar ao profissional qual o subtipo, porque isso define a conduta.

Na hora de buscar atendimento, procurar por “especialista em DTM e Dor Orofacial” leva ao profissional certo com mais precisão do que buscar apenas por ATM.

Quem trata ATM e DTM em Curitiba

O cuidado com a articulação e com as disfunções é competência do cirurgião-dentista com formação em DTM e Dor Orofacial, especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia.

A Dra. Jessica Cuffa (CRO/PR 26059) é especialista e mestra nessa área pela Universidade Federal do Paraná e atende no Batel, em Curitiba. Na avaliação, ela investiga se a origem é muscular, articular ou mista antes de propor qualquer conduta.

Para entender melhor o que a avaliação envolve, conheça o tratamento de DTM oferecido na clínica ou faça o teste de DTM.

Perguntas frequentes sobre ATM e DTM

ATM e DTM são a mesma coisa?

Não. ATM é a articulação temporomandibular, uma estrutura anatômica que todas as pessoas possuem. DTM é a disfunção temporomandibular, o diagnóstico dado quando essa articulação ou seus músculos apresentam problema.

É correto dizer “tenho ATM”?

Não do ponto de vista clínico. Todo mundo tem ATM. O correto é dizer que existe dor na ATM ou que houve diagnóstico de DTM.

Toda dor na ATM significa DTM?

Não necessariamente. Existem outras causas de dor na região, como problemas dentários, otológicos e neurológicos. Por isso o diagnóstico diferencial é parte essencial da avaliação.

A DTM sempre afeta a articulação?

Não. Muitos casos são exclusivamente musculares, sem alteração estrutural na articulação. Essa distinção define diretamente o tratamento indicado.

Qual profissional procurar em caso de dor na ATM?

O cirurgião-dentista especialista em DTM e Dor Orofacial. Em Curitiba, a Dra. Jessica Cuffa é especialista e mestra na área pela UFPR e atende no Batel.

Conclusão

A diferença entre ATM e DTM é a diferença entre a peça e o defeito. A articulação temporomandibular existe em todas as pessoas; a disfunção temporomandibular é o quadro clínico que pode ou não se instalar nela.

Entender isso muda a conversa com o profissional e ajuda a fazer as perguntas certas, principalmente sobre qual é o subtipo do seu caso.

É esse detalhamento que orienta o trabalho da Dra. Jessica Cuffa: identificar exatamente qual estrutura está envolvida antes de definir a conduta.

Agende sua avaliação com a Dra. Jessica Cuffa

Se a dor na mandíbula, os estalos ou o travamento fazem parte da sua rotina, uma avaliação especializada esclarece a origem do problema e aponta o caminho adequado para o seu caso.

Agende sua avaliação pelo WhatsApp ou conheça mais sobre a nossa clínica, na Av. Sete de Setembro, 4698, sala 807, Batel, Curitiba.

Foto de Dra. Jessica Cuffa

Dra. Jessica Cuffa

Mais do que títulos, o que diferencia o atendimento da Dra. Jessica é a escuta ativa e a empatia. Em seu consultório, o rigor científico encontra uma abordagem humanizada, onde cada plano de tratamento é personalizado. O objetivo é garantir que você se sinta seguro e compreendido em todas as etapas da jornada clínica.

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