Dra. Jessica Cuffa

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Dor no maxilar: pode ser DTM ou é outra coisa?

Mulher com a mao apoiada na lateral do rosto por dor persistente

Sumário

Dor no maxilar é uma queixa comum e uma das mais difíceis de interpretar. A região concentra dentes, seios da face, articulação, músculos e nervos, e cada uma dessas estruturas produz dor de um jeito diferente.

Por isso a resposta à pergunta “pode ser DTM?” é: às vezes sim, às vezes não. E distinguir os casos importa, porque tratamentos aplicados à estrutura errada não resolvem.

Neste artigo, a Dra. Jessica Cuffa, especialista e mestra em DTM e Dor Orofacial pela UFPR, apresenta as principais causas de dor na região e os sinais que apontam para cada uma.

Maxilar e mandíbula: a primeira distinção

No uso cotidiano, “maxilar” costuma designar toda a região lateral inferior do rosto. Na anatomia, os termos são precisos.

O maxilar é o osso superior, fixo ao crânio, que sustenta os dentes de cima. A mandíbula é o osso inferior, o único móvel da face.

Essa diferença orienta o raciocínio clínico. Dor na região superior sugere causas dentárias ou sinusais; dor na região inferior, à frente do ouvido, aponta com mais frequência para a articulação e seus músculos.

Quando a dor no maxilar é DTM

Alguns achados aumentam a chance de o quadro ser disfunção temporomandibular:

  • A dor piora ao mastigar ou falar por longos períodos
  • estalos ou ruídos ao abrir e fechar a boca
  • A abertura da boca está reduzida ou desviada
  • A dor é difusa, difícil de localizar com precisão
  • Existe cansaço facial ao fim do dia
  • Há dor de cabeça associada, principalmente nas têmporas
  • Os sintomas variam conforme o nível de estresse

A associação de vários desses sinais reforça a hipótese e justifica avaliação especializada.

Outras causas de dor na região

Nem toda dor facial vem da articulação. O diagnóstico diferencial considera:

Causa Característica da dor
Problema dentário Pontual, localizada, sensível a frio ou calor
Sinusite Piora ao abaixar a cabeça, com congestão nasal
Dente do siso Localizada na região posterior, com inchaço eventual
Neuralgia do trigêmeo Choque intenso e breve, desencadeado por toque leve
Otite Dor no ouvido com alteração auditiva ou febre
Origem cervical Irradia do pescoço, com rigidez associada

Boa parte dos pacientes que chegam ao consultório da Dra. Jessica Cuffa passou antes por outras especialidades. Isso não indica erro: significa apenas que a região exige investigação sistemática até chegar à origem.

Sinais que pedem avaliação sem demora

  • Dor intensa e súbita, sem causa aparente
  • Inchaço, febre ou vermelhidão na face
  • Impossibilidade de fechar a boca
  • Dormência persistente na região
  • Dor no maxilar com dor no peito ou falta de ar, que exige atendimento de urgência

Como se chega ao diagnóstico

A investigação começa pelo histórico detalhado: início, gatilhos, o que alivia, o que piora e como a dor se comporta ao longo do dia.

Segue com o exame clínico, incluindo palpação dos músculos e das articulações, medição da abertura de boca, análise dos movimentos e verificação dos dentes.

A Dra. Jessica Cuffa, especialista e mestra em DTM e Dor Orofacial pela UFPR, conduz essa avaliação de forma sistemática para separar as causas possíveis. Conheça o tratamento de DTM ou faça o teste de DTM.

Perguntas frequentes sobre dor no maxilar

Dor no maxilar é sempre DTM?

Não. Problemas dentários, sinusite, neuralgias e alterações cervicais também produzem dor na região. O diagnóstico diferencial faz parte da avaliação.

Como diferenciar dor de dente de dor de DTM?

A dor dentária costuma ser pontual e sensível a temperatura. A da DTM é difusa e relacionada ao movimento da mandíbula.

Dor no maxilar ao mastigar indica DTM?

É um sinal sugestivo, principalmente se acompanhado de estalos ou de limitação de abertura, mas a confirmação exige exame clínico.

Sinusite pode causar dor parecida com DTM?

Pode. A sinusite afeta a região do maxilar superior e costuma piorar ao abaixar a cabeça, além de vir com congestão nasal.

Quando devo procurar atendimento com urgência?

Diante de dor intensa e súbita, inchaço, febre, dormência ou impossibilidade de fechar a boca. Dor no maxilar acompanhada de dor no peito exige atendimento imediato.

Conclusão

A dor no maxilar pode ter origem articular, muscular, dentária, sinusal ou neurológica. A DTM é uma das causas possíveis, não a única.

Sinais como piora ao mastigar, estalos e limitação de abertura aumentam a chance de disfunção temporomandibular e justificam avaliação com especialista.

É esse raciocínio de exclusão que orienta o trabalho da Dra. Jessica Cuffa, para que o tratamento acerte a estrutura certa.

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Se a dor na região do rosto persiste e você ainda não sabe a origem, uma avaliação especializada organiza as possibilidades e define o caminho.

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Dra. Jessica Cuffa

Mais do que títulos, o que diferencia o atendimento da Dra. Jessica é a escuta ativa e a empatia. Em seu consultório, o rigor científico encontra uma abordagem humanizada, onde cada plano de tratamento é personalizado. O objetivo é garantir que você se sinta seguro e compreendido em todas as etapas da jornada clínica.

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